sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Eutanásia

A eutanásia é o ato pelo qual se põe fim a vida de um enfermo incurável de maneira controlada e assistida por um especialista. Independentemente da forma de eutanásia praticada, seja ela legalizada ou não, é considerada um assunto controverso, com prós e contras.
Em primeiro lugar, é importante ressaltar que a eutanásia pode ser dividida em dois grupos: a "eutanásia ativa" e a "eutanásia passiva". Embora existam duas "classificações" possíveis, a eutanásia em si consiste no ato de facultar a morte sem sofrimento a um indivíduo cujo estado de doença é crónica e, portanto, incurável.
Etimologicamente, distanásia é o oposto de eutanásia. A distanásia defende que devem ser utilizadas todas as possibilidades para prolongar a vida de um ser humano, ainda que a cura não seja uma possibilidade e o sofrimento se torne demasiadamente penoso.

Este tema polémico tem muito para fazer pensar. Eu concordo com a eutanásia, desde que seja pedido do doente. Para a família é difícil, mas se nós gostamos realmente de alguém, queremos o bem dessa pessoa, mesmo que ela faça algo que nós não queremos. Quer que a pessoa faça algo que nós queremos, e só quer isso, é egoísmo. A pessoa pode sofrer com o que nós queremos que ela faça e isso não é correto. Devemos respeitar o nosso bem-estar próprio. Por isso, se o doente está a sofrer, e já não há mesmo nada nada a fazer, se ele concorda, concordo que se use. É algo triste, mas a vida é um direito, não uma obrigação. Deram-nos o direito à vida, não a obrigação à vida.
As pessoas que não concordam defendem os argumentos que Deus é o único que pode dar e tirar a vida. Concordo com isto e também penso que se Deus não fez para a pessoa morrer logo é porque deve ter algo ainda para fazer. Como vêm este tema tem muitas contrariedades. Concordo com a eutanásia no aspecto que referi, mas também não considero algo muito correto.